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Cejusc de Marília retoma projeto de fomento à cultura de paz no ambiente escolar

O Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Marília retomou as atividades do projeto “Implantando a Cultura da Pacificação: uma abordagem interdisciplinar”, após dois anos de suspensão das atividades presenciais em decorrência da pandemia da Covid-19. A iniciativa, em parceria com a Universidade de Marília (Unimar), é voltada para alunos da rede municipal de ensino. Desde 23 de fevereiro, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Professor Nelson Gabaldi, que já recebeu o projeto em 2018, abriga as atividades novamente. O programa segue na Emef até dezembro, quando a Secretaria Municipal da Educação de Marília indicará a próxima escola a receber a iniciativa.

O projeto foi criado em 2017 com o objetivo de estimular crianças e pré-adolescentes das Emefs de Marília a resolverem conflitos por meio do diálogo e da comunicação não-violenta. Coordenadores, docentes e acadêmicos de diversos cursos de graduação e pós-graduação da Unimar realizam atividades que trabalham conteúdos relacionados a cultura da paz, cidadania, empatia, direitos e deveres das crianças e dos adolescentes e direitos humanos. Entre as atividades já iniciadas na Emef Professor Nelson Gabaldi, por exemplo, estão o cultivo da horta didática e atividades sobre educação digital. Também estão previstas oficinas culinárias, arte-terapia, teatros, gincanas, noções de primeiros socorros, entre outras.

“É muito gratificante retornar a uma escola que já teve um primeiro contato com o projeto no ano de 2018, trazendo, agora, inúmeras outras atividades aos alunos, que auxiliam na prevenção da violência, seja psicológica ou física”, afirmou a chefe do Cejusc de Marília, Juliana Raquel Nunes. Antes de retomar o projeto, os pais e responsáveis das crianças e a diretoria da escola se reuniram com a servidora, que passou detalhes da edição e esclareceu dúvidas.

Segundo o coordenador do Cejusc de Marília, juiz Gilberto Ferreira da Rocha, o projeto vai ao encontro da atividade-fim da Justiça, que é a pacificação da sociedade. “Ao focar na criança e no adolescente, essa parceria firmada com a universidade inequivocamente estará contribuindo para a formação de uma sociedade mais justa, equânime, plural, tolerante e preparada para resolver eventuais conflitos por meio do diálogo, do entendimento, da empatia e da colaboração mútua, o que certamente poderá contribuir, no futuro, para uma sociedade com menos litigiosidade.”


Comunicação Social TJSP – DM (texto) / Divulgação (foto)




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